Depois do anúncio do aumento da passagem do metrô do Rio de Janeiro a partir de abril de 2026, o Governo do Estado voltou atrás e decidiu suspender a nova tarifa de R$ 8,20.
No entanto, o valor atual de R$ 7,90 segue como o mais caro do país, superando São Paulo e demais capitais brasileiras. Além disso, o reajuste segue para outros transportes municipais, como ônibus e BRTs. Saiba mais!
Críticas e comoção popular foi fator decisivo para mudança na tarifa

Embora ainda não tivesse sido publicado no Diário Oficial, o reajuste da passagem de metrô já havia sido aprovado pela Agência Reguladora de Transportes do Estado.
De acordo com a concessionária MetrôRio, esse reajuste está previsto no contrato de concessão, com base na variação de doze meses do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Porém, o anúncio do novo valor de R$ 8,20 na passagem de metrô gerou comoção e muitas críticas por quem usa o transporte diariamente.
Com isso, o Governo do Estado do Rio de Janeiro fez um novo pronunciamento na noite de quarta-feira, dia 25 de fevereiro. O governador Cláudio Castro afirmou que não vai reajustar a tarifa do metrô neste ano e que ela irá permanecer em R$ 7,90.
Além disso, os usuários do programa do Bilhete Único Intermunicipal (BUI) e que têm direito à Tarifa Social vão seguir pagando R$ 5, já que o desconto, que vence em 11 de abril, será renovado.
Transportes municipais terão aumento nas passagens

Embora o metrô siga com o valor atual da passagem, o mesmo não poderá ser dito para os outros transportes do Rio. Isso porque, em 2025, a tarifa de ônibus, VLTs, BRTs, “cabritinhos” e vans era de R$ 4,70.
No entanto, desde janeiro, os transportes municipais sofreram reajuste e, desde então, estão custando R$ 5.